

Antes de construir, ouvimos o campo. A solução foi moldada por questionários e entrevistas com produtores de MG e SP, capturando dores reais: escassez de mão de obra, queda de qualidade, contaminação por combustível e dependência de pessoas no terreiro.

Reaproveitamos tecnologia madura e de baixo custo — controladora Pixhawk, GPS RTK e microcontrolador ESP32 — em vez de reinventar a navegação do zero. Decisões de arquitetura voltadas a custo, robustez e às condições reais do terreiro.

O desenvolvimento contou com os programas Avança Café e Centelha 2, com fomento de FAPEMIG, FINEP e MCTI, além de validação em fazendas de referência com apoio do Sistema FAEMG.
Levar robótica e automação para uma etapa do café historicamente manual, desafiando o jeito tradicional de "rodar o café".
Construímos ouvindo quem está no terreiro. Cada decisão de produto responde a uma dor concreta levantada em campo.
Preservar a integridade do grão e operar de forma limpa, sem óleo ou combustível, é parte do projeto desde o primeiro dia.